Paraibuna Embalagens amplia presença feminina em diversos setores da empresa

08/03/22

Paraibuna Embalagens amplia presença feminina em diversos setores da empresa

A indústria sempre foi um setor essencialmente masculino, mas nos últimos anos, muitas empresas do ramo têm buscado modificar essa cultura na sua operação. Atenta a este movimento e fiel à valorização das pessoas, a Paraibuna Embalagens tem tornado seu ambiente de trabalho um lugar mais plural, dando às mulheres a oportunidade de ocuparem postos de trabalhos em diversos setores da fábrica, tanto na unidade em Juiz de Fora (MG) quanto em Sapucaia (RJ).

“No ambiente industrial é comum existir preconceitos relacionados à presença da mulher, no entanto, temos conseguido desmistificar esse olhar em nossos processos seletivos, partindo do princípio de que junto da avaliação do currículo e da experiência, a análise do perfil da pessoa também é importante para obtermos os melhores talentos do mercado. Desse modo, acreditamos que há sempre uma vaga certa para uma pessoa certa, não importa qual seja o seu gênero”, explica a gerente de Operações Administrativas da Paraibuna Embalagens, Rita Rievert.

A primeira ação que permitiu essa mudança no preenchimento dos cargos aconteceu em 2020, quando a Paraibuna Embalagens organizou um curso gratuito, exclusivo para mulheres, para capacitá-las a operar a empilhadeira, equipamento fundamental para o bom funcionamento da logística na movimentação dos produtos. Desde então, foram formadas diversas turmas em Juiz de Fora (MG) e Sapucaia (RJ). 

Em uma dessas turmas estava Cleidinice da Silva, que tem sido protagonista da sua trajetória dentro da unidade de Juiz de Fora ao se tornar a primeira mulher com esta formação a ocupar o cargo de operadora de empilhadeira. “Tenho muito orgulho de ter sido a primeira. Hoje vejo cada vez mais mulheres atuarem em diversas funções, inclusive, na área industrial da Paraibuna Embalagens. A presença feminina vem crescendo aqui na empresa e fico feliz por ter colaborado com isso”, ressalta.

Além de Cleidinice, na produção está Aísha Guillén, que atua como auxiliar de transmissão no setor de apontamento em Juiz de Fora. Ela faz parte de um grupo formado por quadro mulheres que foram efetivadas no cargo após terem participado do programa de aprendizagem da empresa. “Como mulher, sabemos que temos pouca inserção na área de produção industrial, mas aqui é diferente. Tivemos essa oportunidade e isso nos motiva muito, principalmente por estarmos representando outras mulheres”, destaca.

Manutenção comandada por mulheres

No setor de manutenção, outra barreira foi derrubada com a chegada de Julia Bastos, programadora de Planejamento e Controle da Manutenção (PCM) em Juiz de Fora. Ela foi a primeira mulher a ocupar a função que era considerada como o “coração da manutenção”, culturalmente exercida por homens. “É legal ser mulher nesta área de manutenção e perceber que as coisas podem ser diferentes. O pessoal confia em mim, acredita no meu trabalho e me valoriza”, pontua.

A ex-estagiária e atual desenhista projetista, Thaiza Mauro Santos, também se tornou a primeira mulher a fazer parte do mesmo setor em Sapucaia. “Sempre fui pioneira em ser a figura feminina dentro de ambientes masculino. Foi assim nas brincadeiras quando criança e nos estudos, nos diversos cursos que fiz. Aqui na Paraibuna fui muito bem acolhida e nunca fui limitada ao exercer a minha função. Sempre contei com o apoio da equipe e sei o quanto posso contribuir para a empresa”, comenta.

Ainda em Sapucaia, a analista de desenvolvimento, Mirian Vargas, relembra que boa parte da sua trajetória de quase 12 anos dentro da empresa aconteceu na produção. “Tive passagens pelo apontamento das chapas no setor da onduladeira, pela fábrica de cola, no estoque e nos acessórios. Mesmo sendo uma mulher, nunca deixei de pegar no pesado. Se precisasse bater uma chapa, eu batia. Isso nunca foi um problema. Sempre me esforcei e dei meu máximo para chegar aonde estou hoje”. 

Esses exemplos endossam os objetivos propostos pela superintendente da Paraibuna Embalagens, Rachel Marques. “Para nós isto é uma quebra de paradigma. Todo ser humano, quando se propõe a fazer algo, fará muito bem, independente de qual seja o seu gênero. A empresa proporciona muitos treinamentos internos voltados para o nosso negócio, permitindo às pessoas seu crescimento profissional. Fica nítido como os nossos valores estão sendo internalizados por essas mulheres, que são a valorização das pessoas, a estimulação do aprendizado, empreender com responsabilidade, respeitar a vida e ser parte do time.”

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