Nova máquina para caixas corte e vinco é adquirida pela Paraibuna Embalagens.

31/07/21

Nova máquina para caixas corte e vinco é adquirida pela Paraibuna Embalagens.

Um estudo da Empapel, Associação Brasileira de Embalagens em Papel, junto com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), mostrou que a tendência de crescimento no mercado de papel e papelão ondulado analisada desde julho de 2020 tem perspectivas de continuar em 2021.

No cenário moderado para 2021, o setor tem expectativa de uma expansão de 4,9% na comparação com 2020. As projeções trimestrais de 2021 também são de crescimento: 5,2% para o primeiro trimestre e 13.9%, no segundo trimestre, em projeções moderadas. A Paraibuna Embalagens alinhada com essa perspectiva otimista do mercado, adquiriu uma nova máquina Ward, que produz caixas do modelo corte e vinco.

“O incremento e ganho comercial dessa máquina e de mil toneladas por mês.. É um crescimento necessário. Tivemos um crescimento de 2019 para 2020, de 15%, de 2020 para 2021, de 12% e para 2022 temos projetado mais 10%, e essa máquina vem para contribuir muito para isso”, disse Luiz Augusto, Coordenador de Vendas Nacional do Comercial Ondulados.

“Ela deve estar funcionando até meados de junho, na fase de aprendizagem. O mercado de caixas é muito grande. É um mercado de 300 mil toneladas por mês, 40%, ou seja, 120 mil toneladas são de caixas corte e vinco. Vamos entrar com mil toneladas e para suprir a demanda dos nossos clientes”, disse Atala Trepichio, Diretor da Unidade Ondulados da Paraibuna Embalagens.

Essa nova máquina vem para somar às outras que a Paraibuna já tem. “Essa é uma máquina com três cores e vamos atender novos mercados, além disso, estamos aumentando nosso parque tecnológico, gerando mais volume, novos empregos e melhor planejamento, sempre com foco no atendimento ao cliente”, afirma Wenderson Santos, do setor de Projetos na Unidade de Sapucaia

Para o mercado, por exemplo de Minas Gerais, esse incremento na capacidade produtiva, segundo Júlio Fonseca, Coordenador de Vendas do produto caixa, será facilmente absorvido por conta da demanda que hoje existe. “Para Minas ela vai ter uma importância muito grande em função do mercado que temos.  É um estado muito grande, com diversos segmentos como: avicultura, fruticultura, frigorifico, e dentro de cada um há vários outros que se utilizam das caixas feitas nessa máquina. Há uma demanda muito grande e não vejo dificuldade nenhuma de absorver o que será produzido”, disse.

No Espirito Santo, o coordenado de venda, acredita que a aquisição da Ward vai aumentar ainda mais a credibilidade no segmento, gerando potencial para aumentar o fornecimento dos clientes e abrir as portas para novos parceiros. “Sendo Vitória a segunda capital com maior PIB per capita do país, vejo hoje o estado do Espírito Santo como um “pequeno gigante”. Pela variedade de portos e inúmeros incentivos fiscais, o estado do ES chama a atenção de investidores, indústrias nacionais e internacionais. A Paraibuna está em crescimento acelerado nos firmando ainda mais como uma das maiores indústrias de papelão ondulado do país”, disse Fernando Cajueiro, coordenador de venda do produto caixa, no Espirito Santo.

Para o mercado de São Paulo essa aquisição vai permitir o crescimento no segmento de caixas de linha automática. “Este aumento na oferta de caixas corte e vinco possibilitará o avanço em clientes atuais e conquista de novos parceiros. A demanda de SP é muito grande e este volume não a suprirá, mas sim, ajudará no ganho de MKT share”, concluiu Maria Alves Viana, coordenadora de vendas do produto caixa, em São Paulo

 

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