Livro A Meta é tema da Academia de Líderes

28/07/21

Livro A Meta é tema da Academia de Líderes

A Academia de Líderes, programa de desenvolvimento de liderança da Paraibuna Embalagens, fez mais um encontro para troca de ideias e experiências. Dessa vez, o aprendizado foi em torno do livro e também filme: A Meta. 25 pessoas que exercem a função de liderança participaram do encontro.

O Livro a Meta foi escrito, há mais de 30 anos, por Eliyahu M. Goldratt, físico, e principal criador da Teoria da Restrição. O autor aplicou algumas teorias da física para analisar a produção das indústrias. Em uma fábrica fictícia, o livro mostra o desafio imposto a um gerente que precisa tornar a fábrica produtiva, que está sob a ameaça de fechar em três meses. Nesse ambiente Goldratt, aborda diferentes e importantes pontos e estratégias de gestão e melhoria contínua. “Os encontros da Academia de Líderes acontecem mensalmente e têm como objetivo trabalhar competências comportamentais e técnicas, sendo um programa de desenvolvimento com foco nos gestores da Paraibuna. O livro “A Meta” trabalhou competências técnicas, abordando o processo produtivo de indústria e ferramentas de gestão de processos, além da importância de identificar e cuidar dos gargalos”, disse Samuel Miquelito,  Coordenador de Gestão de Pessoas, da Paraibuna Embalagens.

Gargalo numa indústria, para o autor, é toda e qualquer forma de limitação que impede a obtenção de ganhos efetivos. O instrutor desse encontro da Academia de Líderes, Emílio Cunha Amorim, ressaltou que encontrar os gargalos é um dos pontos mais importantes do sistema produtivo. “O que o livro mostra para que, uma vez que você encontra esse gargalo e que você submete todo seu processo produtivo a esse gargalo, você aumenta sua produtividade. Ao invés de ficarmos tentando brigar contra as restrições ou focando em eliminar as restrições, podemos, às vezes, reconhecer essas restrições e potencializa-las, fazendo com que esses pontos de gargalos produzam ao máximo que eles podem”, ressaltou

Para Emílio outro ponto que o livro serve de inspiração para a liderança é a força que ele coloca na importância do trabalho em equipe. Para o autor, num sistema produtivo, não adianta um setor, uma máquina, uma pessoa, ser extremamente produtiva se todo o sistema não tem o mesmo ritmo. “Dentro de uma empresa, quando a gente estabelece uma mentalidade muito competitiva entre os setores, como se um estivesse competindo um com outro, isso não ajuda. A teoria das restrições pensa a produção como um todo. Todo mundo chegar junto no melhor ritmo possível”, complementou.

Mário Henrique, Gerente Comercial, participou desse bate-papo e destacou, também, a importância da identificação dos gargalos e de como lidar com eles de uma maneira construtiva. Outro aprendizado para mim é que  o ritmo do processo e  da produção de um produto não é determinado pelo mais veloz, ou pelo processo mais capacitado, mas pelo ritmo de seus possíveis gargalos, então, toda vez que você tem uma gestão sobre esse processo, você tende a ter um desempenho maior e mais satisfatório, disse.

Clayton Romulo da Silva ressaltou a importância da Academia de Líderes e da dinâmica dos encontros. Para ele, o desenvolvimento da gestão corporativa da empresa é valioso e enriquecedor. Toda oportunidade de aprendizado transforma e, consequentemente, retorna para empresa através de resultados positivos, lucrativos e constantes. Para um o gestor ter uma visão diferenciada, “enxergar além da montanha”, ele precisa de capacitação, treinamentos e atitude para colocar em prática o que aprendeu”, concluiu.

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